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sexta-feira, 11 de maio de 2012

As polícias brasileiras se tornam tema nacional

 

Postado por Vanderlei Martins Pinheiro

As polícias como um todo não foram o foco de mídia das últimas décadas da históra brasileira, principalmente, quando o tema esteve ideologizado, o que não me parecer ser o caso de agora, Não eram as polícias! Era a insegurança pública ou era a crítica à infraestrutura da segurança pública. Esta última sim, totalmente, ideologizada.

Como o país saía de um momento de democracia relativa - pós 64, todas as questões eram ideologizadas. E não seria diferente com a segurança pública. Nesse sentido, os militares sul americanos, historicamente sempre foram vilipendiados pelos seus compatriotas socialistas. São os responsáveis pelo fracasso das tentativas de comunização na América Latina, pela via armada.


No Brasil, esse sentimento se tornou mais agudo, com os militares estaduais, - as polícias militares. Os Comunistas brasileiros assassinaram, aos moldes da “Noite dos cristais” de Hitler, na Intentona de 1935, tingindo o solo brasileiro com o sangue dos militares. E quando os esquerdistas brasileiros tiveram oportunidade da chegada ao poder pelo voto, praticaram atos de desvairo anarquista. Eles eram o governo em 1964.

A esquerda brasileria só teve uma vitória em movimentação popular, foi quando da “Legalidade”. E assim mesmo, porque o Leonel Brisola, governador do Estado do Rio Grande do Sul, iniciou e organizou com a Brigada Militar, um formidável movimento de resistência nacional que ficou conhecido pela expresão “A Legalidade”. (Há 51 anos atrás).
Brizola era cunhado de João Gularte e vislumbrava seu futuro como sucessor de Jango, o Vice Presidente do Brasil.

O então Presidente Jânio Quadros, em sua renúnica orquestrada, depois de condecorar o Cheguevara, em Brasília, entre outras peripécias, julgava que ainda possuia o formidável apoio popular que o consagrou nas urnas. Que a mágica de seu símbolo eleitoral - uma “vassoura” para fazer a faxina da corrupção política brasileira, ainda era válido.

E ele esperou seu vice estar em visita a China de Mao, num momento bastante crítico da Guerra Fria, para tentar a busca do poder total. A sociedade (classe média brasileira) já prescrutara as verdadeiras intenções de Jânio e através dos militares, fizeram a acatação de sua renúncia.

Foi montado um sistema parlamentarista para a aceitação de Jango. Mas ele não soube ser o estadista que o Brasil precisava. Seu populismo e sua conduta permitindo as inversões hierárquicas fizeram com que a sociedade buscasse nos militares a restaruração da ordem moral da nação.

No retorno à constitucionalização democrática de 1988, por quase duas décadas a esquerda usou os policiais militares como bode expiatório da revolução de 1964. Mas parece que fizeram seu revisionamento, dos fracassos operativos e optaram pela via da conquista pelo voto. Como agora administram todo o Brasil precisam transformar os militares federais e estaduais, cada qual, de uma forma, para tentarem a socialização nacional. Por isso o tema agora são os policiais e o andar de cima (os federais) logo a seguir.

Fonte: PolicialBR

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