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domingo, 9 de junho de 2013

Militares se manifestam sobre ação que acabou em morte de foragido

 

Foragido ferido foi levado ao Pronto Socorro (Foto: Marcelo Marques/ G1 RR)O foragido 'Peteca' morreu durante troca de tiro com a
Polícia Militar (Foto: Marcelo Marques/ G1 RR)

A Associação dos Policiais e Bombeiros Militares de Roraima (APBM/RR) se manifestou sobre a ação policial que culminou na morte do foragido da Justiça Anderson Lima da Cruz, o 'Peteca', ocorrida na noite de quarta-feira (5).

Na ocasião, o seu parceiro, o também foragido Helry Cruz Araújo, 23, foi ferido após troca de tiros. Até o fechamento desta matéria, ele ainda estava internado na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Geral de Roraima.

A coordenadora-geral da Associação, Quésia Mendonça, afirmou que a ação tinha como principal objetivo prender os dois homens e reconduzi-los à Penitenciária Agrícola de Monte Cristo.

Ela disse ainda que a própria testemunha da abordagem policial, Sharon Charchar Silva, 26, apresentada como proprietária do imóvel em que estava a dupla, garantiu que os policiais tentaram negociar a rendição de forma pacícifica por duas vezes.

A primeira, segundo ela, teria sido logo na chegada das equipes policiais e a segunda quando os foragidos tentaram atear fogo dentro da casa. Para Quésia, o uso de arma de fogo foi necessário pois "Peteca" e Helry dispararam contra a polícia.

"Não tinha como usar técnicas de imobilização, armas não-letais ou outro tipo de negociação, pois eles atiraram pirmeiro. Por esse motivo, a equipe policial reagiu, mas isso não a torna criminosa", ressaltou, completando que houve "estrito cumprimento do dever legal".

Críticas

Segundo Quésia Mendonça, membros da entidade que ela representa têm percebido que algumas pessoas estão usando a imprensa e a rede social para tentar macular a imagem dos policiais envolvidos na ocorrência. Ela disse ter visto manifestações que tentavam comparar a atuação dos agentes policiais a de um grupo de extermínio ou a de um "bando de justiceiros".

“Não estamos aqui nos reportando em defesa do Estado, mas dos cidadãos e dos policiais. Repudiamos toda crítica à ação policial que culminou na morte do foragido "Peteca". A ação não partiu da necessidade de dar uma resposta à sociedade, mas a de garantir a integridade e a vida dos trabalhadores. Cabe ao Judiciário penalizar os infratores", ressaltou.

Para a Associação, a morte de criminosos não vai reduzir a violência em Boa Vista, mas "somente com educação, prevenção e valorização dos profissionais da defesa social é que haverá êxito no combate ao crime. Quésia destacou que, nesta ação específica, o papel dos policiais foi bem realizado, o "que não tira a responsabilidade dos demais cidadãos com a segurança pública".

A APBM/RR declarou que a sociedade roraimense deve se sentir segura, pois "além de ter a polícia menos corrupta do Brasil, ainda tem os policiais militares que se distinguem pelo uso legal, proporcional e seletivo da força".

Fonte: G1

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