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sábado, 28 de dezembro de 2013

Nota de pesar

 

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Foto tirada em Tepequém 

A APBM vem por meio desta oferecer os pêsames ao SD PM G. SILVA e seus familiares pela perda de seu filho ocorrida durante excursão na serra do Tepequém (28/12/13).

Lamentamos a perda e sabemos que a dor é inevitável, mas lembre-se que Deus sabe o que faz. Desejamos e pedimos ao Senhor que conceda o conforto necessário à sua família, parentes e amigos.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Nota de Pesar


É com muito pesar que a Associação dos Policiais e Bombeiros Militares de Roraima – APBM/RR, envia seus pêsames aos familiares do Sub-Tenente PMRR Prestes. O qual durante anos esteve presente na instituição PMRR, prestando seus bons serviços, onde galgou muitos amigos, sendo sempre um exemplo a ser seguido pelos seus superiores, pares e subordinados.

Este HOMEM soube ser leal, capaz e cumpridor fiel das atribuições que lhe foram submetidas, não se importando com as dificuldades, mas sempre acreditando que “tudo pode ser feito, basta acreditar…”.

Que o amigo Prestes receba a graça de Deus e descanse em paz!

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.

Carlos Drummond de Andrade

Associação dos Policiais e Bombeiros
Militares de Roraima – APBM/RR

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Nota de Pêsame

 

Em virtude do acidente ocorrido com o grupo da SEINF, que enquanto deslocavam-se do interior para a capital, o carro veio a capotar levando a óbito uma pessoa e o restante ficando feridos (ver reportagem), a APBM vem por meio desta oferecer os pêsames a Sargento da Polícia Militar Márcia Andréia Sabini, pois o mesmo era seu parente.

Lamentamos a perda e sabemos que a dor é inevitável, mas lembre-se que Deus sabe o que faz. Desejamos e pedimos ao Senhor que conceda o conforto necessário à sua família, parentes e amigos.

Em dedicação, …

Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.

Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.

Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.

Autor: Carlos Drummond de Andrade