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quarta-feira, 25 de julho de 2012

ABPM denuncia precariedade de prédio da PM

 

Imagem mostra um dos corredores do prédio do CPC tomado por fezes de pombo

 

Por: TARSIRA RODRIGUES


Relatos de policiais sobre problemas na estrutura no Comando de Policia da Capital da Polícia Militar de Roraima (CPC) motivaram a Associação dos Policiais e Bombeiros Militares do Estado de Roraima (APBM) a tomar providências sobre o assunto. No local, segundo a coordenadora-geral da Associação, Quésia Mendonça, a situação estaria “quase que insuportável para a realização dos trabalhos”.

Segundo ela, as instalações elétricas e hidráulicas são as mesmas desde a fundação da corporação. “Os prédios têm uma estrutura obsoleta”, reclama.  A coordenadora pontua que são inúmeros os casos de goteiras no prédio e de salas e corredores alagados, além do forro do prédio, que é antigo, infestado de fezes de pombos e ratos. Ela denunciou ainda que recentemente um rato urinou em cima de uma servidora que estava trabalhando em uma das salas do comando.

Quésia afirmou que a servidora ficou indignada com o fato e formalizou uma denúncia junto aos superiores para que providências sobre o caso sejam tomadas. “A policial feminina participou a seu superior imediato que um rato urinou nela. Tal documento revela a insegurança que esta categoria passa em seu local de trabalho”, afirmou Quésia Mendonça.

A representante da Associação afirma que as medidas administrativas e jurídicas para que o ambiente de trabalho frequentado pelos policiais melhore já foram encaminhadas. Quésia afirma que um documento foi elaborado com todos os tópicos das reclamações e entregue ao Ministério Público de Roraima.  

COMANDO – A Folha entrou em contato com o coronel Rosael Dias, comandante do Comando de Policiamento da Capital (CPC). Ele disse que até o momento não está sabendo do ocorrido com a servidora, entretanto sabe das dificuldades enfrentadas pela falta de estrutura do prédio.

Disse ainda que existem processos de licitações para reformas da unidade, mas que não tem mais detalhes sobre o assunto. A Folha tentou ainda contato com a assessoria de comunicação do Comando-Geral da Polícia Militar, mas até o fechamento da matérias, às 17h30, nenhuma das ligações foi retornada.  

Fonte: FolhaBV

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